quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Postagem do desespero!



Considerando que já são 1:02 do dia 23/01/2012 e que daqui a pouco, às 18h, estarei zarpando para Sampa para embarcar no vôo da Emirates rumo à Tailândia e que não deu tempo de terminar de contar todo o planejamento da viagem, em detalhes, segue um resumo, sem maiores detalhes, dos dias de viagem que estão faltando. A partir de agora, a próxima vez que postar, será diretamente de um dos países "indochineses". Vamos lá (o que faltou contar da programação...)

30 de janeiro - LUANG PRABANG
Visita à cachoeira de XI Khuang, localizada a 30km ao sul de Luang Prabang. As cachoeiras caem sobre forma;óes de v[arias camadas de calc[ario formando piscinas de água clara ideal para nadar e relaxar. No caminho para a cachoeira, visita da aldeia Khumu de minoria Ban Thapaene para um rápido conhecimento de seu estilo de vida. Piquenique perto das cachoeiras. Retorno para Luang Prabang. No caminho, visita de Ban Phanom, uma aldeia de tecelões. Jantar no Restaurante Le Petit Nid.

31 de janeiro - LUANG PRABANG - VIENTIANE (ainda no Laos!)
Passeio pelas ruas históricas e para visitar o mercado de manhã, onde os habitantes e as minorias étnicas do entorno vêm diariamente para negociar seus bens. Visita ao Centro de Artes Tradicionais e Etnologia - um novo museu sobre as culturas étnicas do Laos - com exposições de roupas típicas,m objeto domésticos, artefatos religiosos e artesanato. Traslado para o aeroporto e embarque no vôo até Vientiane. As principais atrações de Vientiane são os mosteiros budistas que dominam o centro da cidade. À tarde, visita de Vat Sisaket, o mais antigo templo original em Vientiane. Construído em 1818, Vat Sisaket é o único remanescente de uma invasão em 1818. Todos os outros templos na cidade passaram por restauração extensiva. Vat Sisaket apresenta afrescos notáveis e 6840 imagens de Buda. Perto está Ho PhraKeo, antigo templo real da monarquia Lao. Construído em 1565, Ho Phra Keo tem sido usado como um museu desde 1970 e contém algumas das melhores esculturas budistas e artefatos no país. Displays especiais incluem tambores de latão antigo e manuscritos em folha de palmeira. A estrutura principal originalmente abrigava o famoso Buda de Esmeralda, que agora se encontra em Wat Phraw Kaew, em Bangkok. Uma das imagens mais fotografadas em Vientiane é Patousay, o portão vitória também conhecido como Anousavari. Construído em 1958, sua arquitetura é inspirada no Arco do Triunfo de Paris. Outro famoso marco Vientiane é a estupa ThatLuang. O rei SEthathirat construiu essa grande estupa sagrada, considerada o símbolo nacional, em 1566. 

1 de fevereiro - VIENTIANE - HANÓI (do Laos para o Vietnã)!!!
Visita dos arredores de Vientiane, incluindo o Parque Buda e a Ponte da Amizade. O Parque Buda [e um parque de esculturas religiosas localizado junto ao rio Mekong, 24 km ao Sul de Vientiane. Parada para admirar a Ponte da Amizade que liga o Laos e Tailändia. Visita ao mercado. Vôo de Vientiane a Hanói.

2 de fevereiro - HANOI - HA LONG - Procedimentos de embarque no Emeraude Café e instruções de segurança do cruzeiro. Embarque no cruzeiro Emeraude Classic e início de um relaxante cruzeiro através do Patrimônio Mundial natural HalongBay, passando curiosas formações rochosas, como o DinhHuong, Da Cho, ilhas com praias arenosas e Choi Ga. Halong Bay está listada como Patrimônio Mundial de grande beleza natural, conhecida em vietnamita como "dragão descendo o mar". Halong Bay tem de 3.000 ilhotas de calcário em meio à água cor de esmeralda claro. Desfrute de um refrescante cocktail de boas vindas no convés. Almoço buffet a bordo. Happy hour com canapés de cortesia no terraço e jantar a bordo. Após o jantar, projeçao de filme no terraço. Pernoite a bordo.

3 de fevereiro - HA LONG - BAT TRANG - HANÓI
Oportunidade para despertar ao nascer do sol para praticar Tai Chi no convés, sentir o sol e o perfume da água salgada pela manhã. Check out. Retorno para Hanói. No caminho, almo;o em BacNinh City. Visita da aldeia de cerâmica Bat Trang. Assista a formação de artesãos, pintura, e confec;áo de vidros, que são assados por vários dias em fornos enormes. À noite, saída para ver a performance da arte vietnamita atrav[es das famosas e tradicionais marionetes de água em Thang Long Theatre.

4 de fevereiro - HANÓI - DANANG - HOI AN
Sa[ida para visita ao Mausoléu de Ho Chi Minh com a sua antiga residência. Continuação da visita passando pelo famoso One Pillar Pagoda e o Templo da Literatura, conhecida como a primeira universidade do Vietnã e construída a mais de 1000 anos. Desfrute de um passeio de bicicleta por 1 hora pela zona antiga de Hanói. Almoço no restaurante AuLac. Traslado ao aeroporto para embarcar no final da tarde rumo a Danang. 

5 de fevereiro - HOI AN - DANANG - HUE
Saída para visita à pé pela cidade história de Hoi An, cujo centro comercial foi bem famoso no Sudeste Asiático, entre os séc XVI e XVII. Sua grande comunidade de mercadores estrangeiros resultou em um estilo arquitetônico único com influências vietnamita, chinesa e japonesa. A cidade com seus simpáticos havitantes, ruas estreitas, casas antigas, templos, pontes de madeira mantém o mesmo ambiente de outrora. Saída para DAnang. Visita ao Museu Cham, que abriga a melhor coleção de esculturas Champa, algumas datando do século VII. Continuação do passeio até Hue através do espetacular Hai Van Pass. DEscanso no topo para fotos e uma maravilhosa vista panorâmica. Localizado no único lugar no país onde muitos valores históricos, cultural, arquitetônicos bem como artísticos foram preservados. A construção da cidade real de Hue começou em `1805 sob o reinado do Rei GiaLong e foi concluída em 1832 sob o reinado do Rei Minh Mang.

6 de fevereiro - HUE - HO CHI MINH (é a antiga Saigon!!!) 
Passeio de barco no rio Perfume até Thien Mu Pagoda, uma das mais antigas estruturas arquitetônicas de culto religioso em Hue. Visita da Cidadela Imperial, tumbas reais de Tu Duc e a tradicional AnHien Garden House. Traslado no final da tarde ao aeroporto de Hue e embarque rumo a Ho Chi Minh. Ho Chi Minh City é o movimentado e vibrante centro econömico do sul do país. Ao longo dos últimos séculos, foi chamada de "Pérola do Oriente"e foi um importante centro comercial.

7 de fevereiro - HO CHI MINH - CU CHI (CU CHI é a Cochinchina!!!)
Saída para Cu Chi ou Cochinchina. Visita do incrível complexo de túneis subterrâneos de Cu Chi. Existem mais de 200 km de túneis subterrâneos, com muitos ramais que eram utlizados pelos vietcongues como base de opera;óes durante a Guerra do Vietnã. Teremos a chance de rastejar por este sistema incr[ivel de túneis antes de retornar a Ho Chi Minh. Visita a Ho Chi Minh, passando pelo antigo Pal[acio Presidencial, Catedral de Notre Dame, o antigo prédio dos correios, o mercado Ben Thanh e ThienHau Pagoda em Chinatown.

8 de fevereiro - HO CHI MINH - SIEM REAP (Para o Camboja!!!)
Traslado para o aeroporto internacional e embarque em vôo rumo a Siem Reap. Saída para passeio na cidade, começando por seu famoso templo, com seu exclusivo interior decorado por esculturas Prasat Kravan; o Shrah Srang, um tanque destinado aos banhos reais, tendo sido utilizado também para o banho ritualístico.BanteayKdei, cercado por quatro paredes concêntricas; Eastern Mebon, guardada em seu canto por figuras de pedra em forma de elefantes, alguns dos quais ainda estão em razoável estado de conservação. Continuação até a montanha do templo de PreRup até o entardecer.

9 de fevereiro - SIEM REAP
Visita ao s[itio arqueológico para contemplar o nascer do sol de Bakheng Phnom, uma das duas colinas que dominavam a planície de Angkor., de onde há uma vista espetacular sobre o BAray Ocidental e Angkor Wat. Saída de tuk tuk para visitar o Portão Sul, a antiga capital de Angkor Thom, Bayon - suas 54 torres com 200 rostos sorridentes de AVolokitesvara, a Royal Enclosure, Phimeanakas, os elefantes e os terraços Leper King. Continuaçao para Senteurs D'Angkor e experiência dos aromas e sabores autênticos do Camboja atrav[es de uma gama de produtos artesanais tradicionais que ajudam a criar empregos e renda para as comunidades rurais. Delícias incluem especiarias, chás, cafés e licores feitos de arroz local. Há também bálsamos e óleos de massagem natural, bem como velas perfumadas e incenso. Em seguida, visita do mais famoso de todos os templos na planície: Angkor Wat. O complexo do templo cobre 81 hectares e é comparável em tamanho ao Palácio Imperial, em Pequim. Suas cinco torres estão estampadas na bandeira do Camboja. Considerada por historiadores da arte uma obra-prima do século XII, além de ser o principal exemplo de arquitetura e arte clássica Khmer. Angkor Wat: as cinco torres simbolizam cinco picos de Meru - a parede anexo representa as montanhas à beira do mundo e do fosso ao redor, o oceano mais além. Entardecer em Angkor Wat.

10 de feverereiro - SIEM REAP
Traslado ao templo BanteaySrei - séc X, considerado a jóia da coroa da clássica arte Khmer. Continuaçao a Ta Prohm, um dos mais belos templos da regiáo, foi relativamente intocado desde que foi descoberto e mantém muito do seu mistério. dEsfrute de uma relaxante massagem reflexológica por uma hora. Visita do templo de Preah Khan.

11 de fevereiro - SIEM REAP - BANGKOK - DUBAI
Saída embarque em um barco tradicional de madeira sobre o lago Tonie Sap, o "Grande Lago"do Camboja, um dos maiores da Ásia para visitar uma aldeia flutuante. Os movimentos da vila com o nível da água e durante a estaçao chuvosa casas estão ancoradas em torno de uma ilha-pagode. Visita a um centro de jovens artesãos que confecionam esculturas, utensílios de laca, fazem tecelagem de seda e pintura. Tempo livre em um mercado local. Traslado ao aeroporto romo a Bangkok e depois até Dubai.

12 de fevereiro a 17 de fevereiro - DUBAI

Templos, rios, grutas, estátuas e aldeias



1) Visita a mais um templo!!! Dessa vez, vamos a Vat Xieng Thong, considerado o mais belo templo da região. O templo conta com várias imagens de Buda em bronze, as quais foram exibidas em Paris, em 1911. O interessante desse templo [e que o painel dourado no exterior da capela retrata um episódio semi-erótico de Ramayana (huuummm...)

      
Vati Xieng Thong

Vat Xieng Thong (4)
Vat Xieng Thong


Acho que essas são as "passagens semi-eróticas" da vida de Ramayana

3) Passeio de barco "tradicional"(???) pelo Rio Mekong para visitar as grutas de Pak Ou

Será que esse é o barquinho tradicional???

Gruta de Pak Ou

Gruta de Pak Ou

Gruta de Pak Ou

4) Visita a Ban XangKhong, uma aldeia de tecelões onde também se confecciona o tradicional papel Sa



Laociana preparando a massa do papel Sa

Confecção de tecidos

fabricação de papel

terça-feira, 17 de janeiro de 2012

Já foi beliscado hoje?


Antes de falar sobre a programação do dia 28, vou contar-lhes sobre um estranho costume dos Laocianos...
O Laos, um dos últimos países comunistas do planeta, só há pouquíssimo tempo vem se abrindo ao exterior e se acostumando aos turistas. Vistos como verdadeiros alienígenas, a visão dos turistas pode provocar choro nas criancinhas laocianas! Conta-se que em aldeias do interior, onde estrangeiros são vistos raramente, muitas vezes os visitantes viram alvo de risadas e até de (pasmem!!!) um ou outro BELISCÃO!!! Dizem que é para confirmar se aqueles seres grandalhões e louros, vindos da Europa, apelidados por eles de "elefantes brancos", são gente de verdade! Agora imaginem só ser vítima desses "agrados". Será que a gente pode retribuir??? (he, he, he). Considerando a cor da minha tez e dos meus cabelos, acho que não sofrerei com o carinho forçado. Já a minha companheira de viagem, a Cláudia, loirinha, branquinha e de olhinhos claros que nem ela só, pode ir se preparando! rs!

Por outro lado, dizem que é justamente a completa ausência de interferência estrangeira que mantém o charme influenciado pela cultura francesa da época colonial e o exotismo da vida tradicional permeada pelo budismo em todas as suas instâncias.

Bom... vamos ao que interessa: PASSEIOS!!!
1) Pela manhã, faremos um reconhecimento da viagem para vermos belezas como as das fotos abaixo...

Luangphabang vista da da margem direita do rio Mekong (montagem)
Olha o Rio Mekong aí genteeee!

Rio Mekong

2) Almoço no Restaurante View Pavillion
The View Pavilion Hotel, Luang Prabang, Laos

3) Subida até Vat Phousi para uma vista panorâmica da cidade.

Vat Phousi

Vista do Vat Chom Si a partir do Monte Phousi

Melhor preparar as pernas... dá-lhe escalada!

Vat Phousi
4) Continuação da visita a Vat Visoun onde se encontra uma impressionante estupa (torre circular que representa o cosmo)
Vat Visoun



5) Caminhada até Vat Aham, santuário dedicado a Deveta Luang (espíritos)

Vat Aham

Vat Aham

6) Pôr-do-sol em Vat Prabaht Tai, localizado ao longo do rio Mekong.


7) Jantaremos no Restaurante 3 Nagas... hum... qual será o menu???



Vista panorâmica a partir do restaurante 3 Nagas



QUEM NASCE NO LAOS É...

LAOCIANO
Só assim para aprender a Língua Portuguesa! Laociano é o patronímico ou gentílico de quem nasce no Laos ou nele habita. É também a língua falada naquelas bandas. E é para lá que nos mandaremos no dia 28/01, depois de 2 dias e meio corridíssimos em Bangcok!
Antes de falar sobre os nossos passeios, vamos à historinha do Laos...Pra não ficar muito chato, vou contar só os fatos mais interessantes... Por exemplo, vocês sabiam que o Laos, assim como o Vietnã, foi por muito tempo Estado associado da França??? Pois é. Então há esperança de sermos compreendidas por lá: o povo não fala só Laociano; fala Francês também! Aliás, essas línguas são idiomas oficiais do Laos, além do Inglês! Legal, né?

Somente em 1945 é que a França passou a reconhecer o Laos como Reino Independente. Em 1975, a monarquia foi abolida, mas o primeiro Presidente era membro da família real, o Príncipe Souphanouvong. Hoje em dia, o Laos é uma República Socialista Unipartidária (é isso mesmo, de um partido só!). Tem Presidente, o Tenente-General (???) Choummaly Sayasone, e Primeiro-Ministro, Thongsing Thammavong. Agora digam em voz-alta os nominhos deles... kkkkk!

Bandeira do Laos     Brasão de armas do Laos
Bandeira e Brasão de Armas da República Socialista do Laos


Kip - moeda do Laos
US$1 = 8.333 kips (putz!!!)

Outro fato interessante: depois do Budismo, o ANIMISMO (???) é a segunda religião mais professada no país.

(PARÊNTESES: Pelo termo Anismismo, Tylor designou a manifestação religiosa imanente a todos os elementos do Cosmos (Sol, Lua, estrelas), a todos os elementos da natureza (rio, oceano, montanha, floresta, rocha), a todos os seres vivos (animais, fungos, vegetais) e a todos os fenômenos naturais (chuva, vento, dia, noite); é um princípio vital e pessoal, chamado de ânima. Consequentemente, todos esses elementos são passíveis de possuírem: sentimentos, emoções, vontades ou desejos e até mesmo inteligência. Resumidamente, os cultos animistas alegam que: "Todas as coisas são vivas", "Todas as coisas são conscientes", ou "Todas as coisas têm ânima". ACABO DE DESCOBRIR QUE SOU ANIMISTA ASSIM COMO TODO O PESSOAL DO WWF DEVE SER!!! FECHA PARÊNTESES
A economia do Laos é eminentemente agrária e a principal atividade econômica do país é o cultivo do arroz. Já viu qual vai ser o cardápio principal, né?
CULTURA GERAL: Qual é a capital do Laos??? VIENTIANE (Não, não é Vietnã; Vietnã é um país, sô!)
Lembrei muito das aulas de Geografia quando li que o Rio Mekong (lembra, lembra???) é um dos mais importantes a banhar aquele país.
Visitaremos primeiramente, não a capital, Vientiane, mas a cidade LUANG PRABANG, declarada pela UNESCO patrimônio mundial, em 1995.
Em todas as informações que li sobre Luang Prabang soube que a população da cidade é simpaticíssima, sorridente e 10% dela é constituída por monges e noviços budistas, doidos para treinar o inglês aprendido nos monastérios com os turistas, o que pode render um convite para o chá da tarde.
Falando em monge budista, o BUDISMO é um sistema ético religioso e filosófico fundado por Siddharta Gautama, o Buda, palavra que em Sânscrito significa "o iluminado". Os budistas acreditam que todos os seres viventes têm a possibilidade de atingir o estado de iluminação assim como Buda, pois todos têm uma natureza búdica inerente.
Os preceitos básicos do budismo estão contidos nas 4 Nobres Verdades:
1) A vida é sofrimento;
2) O sofrimento é causado pelo apego;
3) A maneira de livrar-se do apego é livrar-se do desejo;
4) Para evitar o sofrimento deve-se trilhar o caminho óctuplo.


O Caminho Óctuplo exige de seus seguidores:
1) Visão perfeita (a visão baseada na compreensão das 4 Nobres Verdades);
2) Pensamento perfeito (pensar na boa-vontade, não fazer mal aos seres viventes);
3) Palavra perfeita (evitar mentir, falar mal de outrem);
4) Ação perfeita (evitar ações que conflitem com a disciplina moral);
5) Vida perfeita (evitar profissões que façam mal aos seres vivos);
6) Esforço perfeito (evitar todas as ações que tragam carma);
7) Intenção perfeita (boas intenções no pensamento, corpo e sentimentos);
8) meditação perfeita (manter a plena consciência).
Vat Sen em Luang Prabang



 

     

Luang Prabang (4)

Mais uma vez, não haverá muito tempo para desfrutar do hotel-spa MA-RA-VI-LHO-SO em que ficaremos hospedadas. Dá só uma olhadinha!
Santi Resort & Spa - Luang Prabang
Santi Resort & Spa - Luang Prabang
Santi Resort & Spa - Luang Prabang
Santi Resort & Spa - Luang Prabang

Na próxima postagem, os passeios em Luang Prabang!

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

Segundo dia em Bangcok - o que planejamos

Depois de tanta "ABUDÂNCIA", rs, planejamos fazer passeios menos religiosos, digamos. Ainda não escolhemos, "em definitivo" (como diria o Galvão Bueno), o que iremos fazer. Há muitas opções, mas a que está entre as preferidas inclui visita ao mercado flutuante de Bangcok, à ponte do Rio Kwai (lembra do filme? e do Domingão do Fautão e a Ponte do Rio que cai?), e depois a um monastério de monges budistas que criam tigres!!! Os tigres ficam soltos e os turistas podem fazer carinho neles. Há rumores de que os tigres são dopados e denúncias do WWF a respeito, mas nada foi provado. Os tigres, os monges e os turistas continuam se misturando uns com os outros. Seguem algumas fotos do que provavelmente encontraremos...

Mercado flutuante em Bangcok

Mercado flutuante em Bangcok

Mercado flutuante em Bangcok

Mercado flutuante em Bangcok

Sobre a visita à Ponte do Rio Kwai, vejam só o que encontrei na Folha Online:

12/09/2005 - 16h09

Ponte do rio Kwai é ponto de partida para explorar a Tailândia

ANA LUCIA BUSCH
Diretora-executiva da Folha Online

Ana Lucia Busch
Ponte sobre o rio Kwai, que ainda mantém os arcos da estrutura original
Ponte sobre o rio Kwai, que ainda mantém os arcos da estrutura original
A história real de Kanchanaburi (oeste da Tailândia), durante a Segunda Guerra Mundial, começou no início de 1942, após o país ter declarado guerra à Grã Bretanha e aos EUA e permitido que tropas do Japão ocupassem seu território.

Os japoneses planejaram construir, em cinco ou seis anos, uma ferrovia para ligar a Tailândia à Mayanmia (antiga Birmânia), incluindo uma ponte sobre o rio Kwai Yai, em Kanchanaburi.

A obra terminou em menos de três anos e provocou a morte por maus-tratos ou doenças de cerca de 16 mil prisioneiros de guerra, além de 240 mil asiáticos, empregados na construção.

O episódio virou sucesso no cinema na pele do coronel britânico Kol Nicholson, vivido por Alec Guiness em "A Ponte do Rio Kwai" --em versão bastante romanceada. O filme, rodado na verdade no Sri Lanka, além de ter ganho sete Oscars, conseguiu chamar a atenção para uma das regiões mais belas da Tailândia --ponto de partida para explorar as belezas naturais do país.

A cidade fica na junção de dois rios --o Kwai Noi e o Kwai Yai.

O cenário montanhoso, que acompanha as margens dos rios, combina vegetação de selva --com samambaias gigantes e bambuais que lembram os filmes sobre Vietnã-- com locais para pesca, rafting, cachoeiras e até golfe.

O parque nacional de Erawan, com 550 m2 revela os pontos culminantes --uma reserva com 80 espécies de animais, cavernas e um conjunto de cataratas com quedas divididas em sete níveis, em um total de 1.500 m.
Para quem dispensa aventuras em favor da história, o roteiro deve começar pela própria ponte, a cerca de 4 km do centro da cidade. A obra foi concluída com trabalho de prisioneiros de guerra, com peças trazidas de Java (Indonésia).

Bombardeada várias vezes, a ponte foi reconstruída após o guerra, mas ainda mantém parte da original, em arcos. A ponte fica aberta para caminhadas --uma experiência que mexe com os nervos: o espaço entre os dormentes deixa ver a água do rio.

Próximo da ponte, o Jeath Museum, construído em bambu e sapé, como os barracões dos prisioneiros, mantém mostra fotográfica permanente com cenas da guerra e do dia-a-dia dos presos, além de objetos pessoais e recortes de jornal.

Há ainda um cemitério de guerra (Kanchanaburi War Cemetery) com 6.982 sepulturas de prisioneiros de guerra.
Ponte do Rio Kwai

Sobre o Monastério dos Tigres, encontrei no excelente blog de viagens, Dri Everywhere, o seguinte relato de Adriana Miller:

"O templo dos Tigres  foi um capitulo a parte… Eh aquele tipo de coisa que vc sabe que eh politicamente incorreto, nao gosta do conceito “turista trouxa” mas mesmo assim nao consegue resistir. O proprio guia turistico do Lonely Planet avisa, que eh um “tourist trap”, mas que rende boas fotos, e a organizacao que cuida do templo,jura que os tigres sao bem tratados…
A parada eh o seguinte: O “Tiger temple” eh na verdade um templo budista, que abriga centenas de monges, e ha uns 30 anos atras salvaram uns tigres que estavam sendo explorados por circos, e turismo em geral. Com o passar dos anos, o tempo continuou recebendo varios tigres que iam sendo salvos por todo o pais, e eram levados pra lah, onde teem atendimento veterinario,e campos livres pra brincar e cacar.
Diz a lenda que o convivio com os monges e o budismo, tornou alguns tigres super mansos e doceis, permitindo a convivencia com humanos pacificamente.
A ideia de andar no meio de tigres eh meio nerve wracking, e antes de entrar no templo, todos os turistas tem que assinar um compromissoque basicamente diz que se voce for atacado e morrer e culpa eh sua, nao deles. Alem disso, ninguem pode entrar no templo usando cores “vivas” como amarelo, laranja, vermelho e rosa, pois essas sao as coras que “aticam” os tigres.
Ao entrar no Tiger Canyon, fiquei mais tranquila de ver que na verdade os tigres que estao “soltos” entre os turistas estao na verdade presos por coleiras, entao pelo menos nao teriamos o risco de ter que sair correndo de nenhum animal faminto e feroz.
Dai pra frente foi tudo num clima meio “Disney”: turistas esperando na fila, e treinadores e monges que nos levavam entre os togres tirando fotos posadas com cada um deles. Foi um daqueles momento vergonha alheia, que vc meio que nao quer estar ali, e ve que a parada nao eh das mais legais e honestas possiveis…"
Ok, que eles estao presos, mas mesmo assim estao soltos, e poderiam fazer um estrago grande… alguns estao semi dormindo, e para que deixem que voce fique do ladinho deles, vc tem que botar a mao com firmeza, pois assim foram treinados e domesticados para entenderem que nao podem comer ninguem… NUm deles (o mior de todos) eu percebi que o bichao estava meio inquieto, mas memsoa ssim o monge agarrou minha mae e meteu na barriga do tigre, Acho que nao impus muita fimeza, e o bicho deu um pulo. Imediatamente um dos treinadores me puchou pra tras, pra ficar longe o bastante de onde a coleira dele estava. Dai pra frente foi pura adrenalina. Os turistas soh podem andar entre os tigres quando guiados por um treinador, e NUNCA sozinhos. O meu treinador coitado, era tao baixinho que me arrastava…! Tirei fotos com varios deles, alguns grandoes,e alguns bebezinhos… mas sabe auqela culpa de turista salafrario?
Fiqui batendo papo com uma das voluntarias do templo, e ela garantiu que nenhum deles estava drogado, nem sofriam abusos, eque o fato dos turistas pagarem para tirar fotos, garante fundos pro templo continuar existindo, gerando educacao na regiao, e cuidados para animais orfaos e salvos de circos predatorios pela Asia. Entao oquei, neh? Mas memso assim, ao olhar pras fotos depois, todos nos na van ficamos naquela de “entao neh… vc vai mostrar essa foto pra alguem… com 3 tigres acorrentados numa pedra, e vc sorrindo morrendo de medo ao lado?”. Sei lah… "
Em outro blog, denominado "Esqueci meu endereço", encontrei o seguinte relato sobre o Tiger Temple: 
"Como tudo começou
O Tiger Temple é um templo budista em que o visitante tem a oportunidade de acariciar e caminhar com tigres adultos. No mesmo templo, que tem uma grande área aberta, existem outros animais como cavalos, javalis, pavões, porcos e galinhas que vivem livres e em harmonia entre si.
Os tigres que residem no templo ou foram encontrados quando filhotes abandonados na selva ou gerados pela procriação destes tigres entre si.
Como medida de segurança os tigres tem contato com humanos desde pequenos e são alimentados com carne de gado e galinha fervidas, nunca frescas, mais vegetais e ração de gato que tem os nutrientes que são perdidos quando se ferve a carne.
Os tigres na maior parte do tempo ficam enjaulados, mas durante algumas horas do dia eles ficam numa área, com um míni lago e árvores, feita especialmente para eles. É nesta área que os turistas acariciam e tiram fotos com os tigres. No final da tarde eles são levados para jaulas onde eles passam a noite trancados a espera do próximo dia de trabalho.

Controvérsia

Existe uma grande controvérsia sobre se os monges estão fazendo um trabalho benéfico ou simplesmente explorando os tigres visando o lucro. Os monges dizem que querem criar os tigres que são encontrados sem família para posteriormente devolver eles com força e saúde de volta a floresta, porém moradores locais dizem que eles compram filhotes de caçadores ilegais. A verdade é incerta, mas a impressão que se tem é que os tigres são bem tratados no templo.
Eu visitei o Tiger Temple no meu último dia em Bangkok e dou graças a deus que eu fui lá. A sensação de acariciar um dos maiores predadores do mundo é indescritível. A fera indomável que se vê na televisão, como que num sonho, de repente está ao seu lado a espera de um carinho. Caso você vá ao templo um pouco antes de ele fechar, você ainda terá a oportunidade de caminhar lado a lado com o tigre segurando a coleira dele.
Algumas pessoas dizem que os tigres são dopados e assim ficam calmos o suficiente para ter o contacto com seres humanos. Na minha opinião pessoal e não científica os tigres pareciam bem “acordados” e as vezes o contato com os turistas tinha que ser interrompido por  alguns minutos, pois os tigres ficavam ariscos repentinamente. Isso me faz crer que a teoria de que eles são dopados não é verdadeira. A verdade é que dopados ou não dopados a sensação de acariciar um animal desse tamanho é fantástica !

Como chegar lá

O templo fica na província de Kanchanaburi próxima a fronteira com Miramar. A melhor maneira de visitar o templo é através de agências de turismo de Bangkok que fazem excursões diárias ao templo. Eu comprei um pacote no Mr. Thai (veja dicas da Khao San road) em que eu visitei o mercado flutuante, a ponte do rio Kwai e o templo dos tigres saindo e voltando de Bangkok no mesmo dia. Achei o pacote interessante mesmo que tenha sido um pouco apertado o tempo de visitação aos locais."
OLHEM SÓ AS FOTOS!!!