segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

Segundo dia em Bangcok - o que planejamos

Depois de tanta "ABUDÂNCIA", rs, planejamos fazer passeios menos religiosos, digamos. Ainda não escolhemos, "em definitivo" (como diria o Galvão Bueno), o que iremos fazer. Há muitas opções, mas a que está entre as preferidas inclui visita ao mercado flutuante de Bangcok, à ponte do Rio Kwai (lembra do filme? e do Domingão do Fautão e a Ponte do Rio que cai?), e depois a um monastério de monges budistas que criam tigres!!! Os tigres ficam soltos e os turistas podem fazer carinho neles. Há rumores de que os tigres são dopados e denúncias do WWF a respeito, mas nada foi provado. Os tigres, os monges e os turistas continuam se misturando uns com os outros. Seguem algumas fotos do que provavelmente encontraremos...

Mercado flutuante em Bangcok

Mercado flutuante em Bangcok

Mercado flutuante em Bangcok

Mercado flutuante em Bangcok

Sobre a visita à Ponte do Rio Kwai, vejam só o que encontrei na Folha Online:

12/09/2005 - 16h09

Ponte do rio Kwai é ponto de partida para explorar a Tailândia

ANA LUCIA BUSCH
Diretora-executiva da Folha Online

Ana Lucia Busch
Ponte sobre o rio Kwai, que ainda mantém os arcos da estrutura original
Ponte sobre o rio Kwai, que ainda mantém os arcos da estrutura original
A história real de Kanchanaburi (oeste da Tailândia), durante a Segunda Guerra Mundial, começou no início de 1942, após o país ter declarado guerra à Grã Bretanha e aos EUA e permitido que tropas do Japão ocupassem seu território.

Os japoneses planejaram construir, em cinco ou seis anos, uma ferrovia para ligar a Tailândia à Mayanmia (antiga Birmânia), incluindo uma ponte sobre o rio Kwai Yai, em Kanchanaburi.

A obra terminou em menos de três anos e provocou a morte por maus-tratos ou doenças de cerca de 16 mil prisioneiros de guerra, além de 240 mil asiáticos, empregados na construção.

O episódio virou sucesso no cinema na pele do coronel britânico Kol Nicholson, vivido por Alec Guiness em "A Ponte do Rio Kwai" --em versão bastante romanceada. O filme, rodado na verdade no Sri Lanka, além de ter ganho sete Oscars, conseguiu chamar a atenção para uma das regiões mais belas da Tailândia --ponto de partida para explorar as belezas naturais do país.

A cidade fica na junção de dois rios --o Kwai Noi e o Kwai Yai.

O cenário montanhoso, que acompanha as margens dos rios, combina vegetação de selva --com samambaias gigantes e bambuais que lembram os filmes sobre Vietnã-- com locais para pesca, rafting, cachoeiras e até golfe.

O parque nacional de Erawan, com 550 m2 revela os pontos culminantes --uma reserva com 80 espécies de animais, cavernas e um conjunto de cataratas com quedas divididas em sete níveis, em um total de 1.500 m.
Para quem dispensa aventuras em favor da história, o roteiro deve começar pela própria ponte, a cerca de 4 km do centro da cidade. A obra foi concluída com trabalho de prisioneiros de guerra, com peças trazidas de Java (Indonésia).

Bombardeada várias vezes, a ponte foi reconstruída após o guerra, mas ainda mantém parte da original, em arcos. A ponte fica aberta para caminhadas --uma experiência que mexe com os nervos: o espaço entre os dormentes deixa ver a água do rio.

Próximo da ponte, o Jeath Museum, construído em bambu e sapé, como os barracões dos prisioneiros, mantém mostra fotográfica permanente com cenas da guerra e do dia-a-dia dos presos, além de objetos pessoais e recortes de jornal.

Há ainda um cemitério de guerra (Kanchanaburi War Cemetery) com 6.982 sepulturas de prisioneiros de guerra.
Ponte do Rio Kwai

Sobre o Monastério dos Tigres, encontrei no excelente blog de viagens, Dri Everywhere, o seguinte relato de Adriana Miller:

"O templo dos Tigres  foi um capitulo a parte… Eh aquele tipo de coisa que vc sabe que eh politicamente incorreto, nao gosta do conceito “turista trouxa” mas mesmo assim nao consegue resistir. O proprio guia turistico do Lonely Planet avisa, que eh um “tourist trap”, mas que rende boas fotos, e a organizacao que cuida do templo,jura que os tigres sao bem tratados…
A parada eh o seguinte: O “Tiger temple” eh na verdade um templo budista, que abriga centenas de monges, e ha uns 30 anos atras salvaram uns tigres que estavam sendo explorados por circos, e turismo em geral. Com o passar dos anos, o tempo continuou recebendo varios tigres que iam sendo salvos por todo o pais, e eram levados pra lah, onde teem atendimento veterinario,e campos livres pra brincar e cacar.
Diz a lenda que o convivio com os monges e o budismo, tornou alguns tigres super mansos e doceis, permitindo a convivencia com humanos pacificamente.
A ideia de andar no meio de tigres eh meio nerve wracking, e antes de entrar no templo, todos os turistas tem que assinar um compromissoque basicamente diz que se voce for atacado e morrer e culpa eh sua, nao deles. Alem disso, ninguem pode entrar no templo usando cores “vivas” como amarelo, laranja, vermelho e rosa, pois essas sao as coras que “aticam” os tigres.
Ao entrar no Tiger Canyon, fiquei mais tranquila de ver que na verdade os tigres que estao “soltos” entre os turistas estao na verdade presos por coleiras, entao pelo menos nao teriamos o risco de ter que sair correndo de nenhum animal faminto e feroz.
Dai pra frente foi tudo num clima meio “Disney”: turistas esperando na fila, e treinadores e monges que nos levavam entre os togres tirando fotos posadas com cada um deles. Foi um daqueles momento vergonha alheia, que vc meio que nao quer estar ali, e ve que a parada nao eh das mais legais e honestas possiveis…"
Ok, que eles estao presos, mas mesmo assim estao soltos, e poderiam fazer um estrago grande… alguns estao semi dormindo, e para que deixem que voce fique do ladinho deles, vc tem que botar a mao com firmeza, pois assim foram treinados e domesticados para entenderem que nao podem comer ninguem… NUm deles (o mior de todos) eu percebi que o bichao estava meio inquieto, mas memsoa ssim o monge agarrou minha mae e meteu na barriga do tigre, Acho que nao impus muita fimeza, e o bicho deu um pulo. Imediatamente um dos treinadores me puchou pra tras, pra ficar longe o bastante de onde a coleira dele estava. Dai pra frente foi pura adrenalina. Os turistas soh podem andar entre os tigres quando guiados por um treinador, e NUNCA sozinhos. O meu treinador coitado, era tao baixinho que me arrastava…! Tirei fotos com varios deles, alguns grandoes,e alguns bebezinhos… mas sabe auqela culpa de turista salafrario?
Fiqui batendo papo com uma das voluntarias do templo, e ela garantiu que nenhum deles estava drogado, nem sofriam abusos, eque o fato dos turistas pagarem para tirar fotos, garante fundos pro templo continuar existindo, gerando educacao na regiao, e cuidados para animais orfaos e salvos de circos predatorios pela Asia. Entao oquei, neh? Mas memso assim, ao olhar pras fotos depois, todos nos na van ficamos naquela de “entao neh… vc vai mostrar essa foto pra alguem… com 3 tigres acorrentados numa pedra, e vc sorrindo morrendo de medo ao lado?”. Sei lah… "
Em outro blog, denominado "Esqueci meu endereço", encontrei o seguinte relato sobre o Tiger Temple: 
"Como tudo começou
O Tiger Temple é um templo budista em que o visitante tem a oportunidade de acariciar e caminhar com tigres adultos. No mesmo templo, que tem uma grande área aberta, existem outros animais como cavalos, javalis, pavões, porcos e galinhas que vivem livres e em harmonia entre si.
Os tigres que residem no templo ou foram encontrados quando filhotes abandonados na selva ou gerados pela procriação destes tigres entre si.
Como medida de segurança os tigres tem contato com humanos desde pequenos e são alimentados com carne de gado e galinha fervidas, nunca frescas, mais vegetais e ração de gato que tem os nutrientes que são perdidos quando se ferve a carne.
Os tigres na maior parte do tempo ficam enjaulados, mas durante algumas horas do dia eles ficam numa área, com um míni lago e árvores, feita especialmente para eles. É nesta área que os turistas acariciam e tiram fotos com os tigres. No final da tarde eles são levados para jaulas onde eles passam a noite trancados a espera do próximo dia de trabalho.

Controvérsia

Existe uma grande controvérsia sobre se os monges estão fazendo um trabalho benéfico ou simplesmente explorando os tigres visando o lucro. Os monges dizem que querem criar os tigres que são encontrados sem família para posteriormente devolver eles com força e saúde de volta a floresta, porém moradores locais dizem que eles compram filhotes de caçadores ilegais. A verdade é incerta, mas a impressão que se tem é que os tigres são bem tratados no templo.
Eu visitei o Tiger Temple no meu último dia em Bangkok e dou graças a deus que eu fui lá. A sensação de acariciar um dos maiores predadores do mundo é indescritível. A fera indomável que se vê na televisão, como que num sonho, de repente está ao seu lado a espera de um carinho. Caso você vá ao templo um pouco antes de ele fechar, você ainda terá a oportunidade de caminhar lado a lado com o tigre segurando a coleira dele.
Algumas pessoas dizem que os tigres são dopados e assim ficam calmos o suficiente para ter o contacto com seres humanos. Na minha opinião pessoal e não científica os tigres pareciam bem “acordados” e as vezes o contato com os turistas tinha que ser interrompido por  alguns minutos, pois os tigres ficavam ariscos repentinamente. Isso me faz crer que a teoria de que eles são dopados não é verdadeira. A verdade é que dopados ou não dopados a sensação de acariciar um animal desse tamanho é fantástica !

Como chegar lá

O templo fica na província de Kanchanaburi próxima a fronteira com Miramar. A melhor maneira de visitar o templo é através de agências de turismo de Bangkok que fazem excursões diárias ao templo. Eu comprei um pacote no Mr. Thai (veja dicas da Khao San road) em que eu visitei o mercado flutuante, a ponte do rio Kwai e o templo dos tigres saindo e voltando de Bangkok no mesmo dia. Achei o pacote interessante mesmo que tenha sido um pouco apertado o tempo de visitação aos locais."
OLHEM SÓ AS FOTOS!!!

Um comentário:

  1. Comentários não postados, feitos diretamente à autora do blog:
    Uma das minhas colegas de trabalho, D. Lili, comentou: "Menina, pra que ir tão longe, pagar tão caro, para ver esse mercado flutuante de condições sanitárias duvidosas e comer manga da mão dessa tiazinha que não parece lá muito limpinha? Dá uma chegadinha aqui perto mesmo, em Sobradinho, dia de chuva, e vc. vai ver o que é mercado flutuante! Quanto à manga, dá uma passadinha lá em casa, que é cheia de mangueira. Parto uma pra vc. na hora,bem lavadinha para vc. se deliciar!" KKKKKKK
    O outro comentário foi da amiga AP. Disse ela: aproveita a viagem e tire muitas fotos com aquele tigrão! Se não puder ser com o de zoião azul da fotografia que vc. postou, tira com o genérico mesmo!" É... tô achando que vou ter que encarar o genérico mesmo...

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